O mundo tem se tornado cada vez mais frio,
É como atravessar um pântano gélido e sombrio.
Cultivar e criar novos relacionamentos
Parece uma missão impossível,
Pergunto-me se haverá alguém
Que possa me dar mão e
Que me faça fechar os olhos
Confiando-lhe o dirigir
Dos meus passos,
E que cada sofrimento que vivo,
Diga que está comigo e me dê
Um sincero abraço.
A sociedade está ocupada de mais,
Que não consegue ver, nem ouvir o próximo
Que também tem problemas pessoais.
Se pararmos para refletir,
Temos muitas pessoas ao nosso redor,
Mas por causa do ego de muitos,
Mal conseguem reconhecer que,
Não há ninguém maior ou menor.
Neste pequeno espaço estarei compartilhando poemas de minha própria autoria, maioria desses são situaçoes vivenciadas no qual transformo em versos.
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segunda-feira, 7 de novembro de 2016
Solidão
segunda-feira, 13 de junho de 2016
Culpa
E aí acontece,
Cometemos erros que não deveríamos
Caímos, tropeçamos e resolver tentamos.
O arrependimento só não basta.
É preciso mudar, demonstrar em ações que conseguimos parar.
Mas de uma forma tão oculta - dentro de mim,
Sinto aquela dor, o pesar,
A consciência de que, o que for que eu faça,
Ficará eternamente o vestígio, a ferida.
Sinto meu âmago corroer,
O sentimento de culpa, que não vou esquecer.
O que me preocupa já não é superar expectativas,
Tão pouco agradar aqueles que esperam de mim.
Quero paz mental,
Sentir minha cabeça leve ao dormir.
Anseio pelo momento de liberdade,
Liberto do sentimento de culpa.
Livrar-me deste fardo que oprime minha alma.
Quero a calma do mar,
A leveza dos ventos,
O peso da pluma,
E me livrar deste tormento.
Cometemos erros que não deveríamos
Caímos, tropeçamos e resolver tentamos.
O arrependimento só não basta.
É preciso mudar, demonstrar em ações que conseguimos parar.
Mas de uma forma tão oculta - dentro de mim,
Sinto aquela dor, o pesar,
A consciência de que, o que for que eu faça,
Ficará eternamente o vestígio, a ferida.
Sinto meu âmago corroer,
O sentimento de culpa, que não vou esquecer.
O que me preocupa já não é superar expectativas,
Tão pouco agradar aqueles que esperam de mim.
Quero paz mental,
Sentir minha cabeça leve ao dormir.
Anseio pelo momento de liberdade,
Liberto do sentimento de culpa.
Livrar-me deste fardo que oprime minha alma.
Quero a calma do mar,
A leveza dos ventos,
O peso da pluma,
E me livrar deste tormento.
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
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