sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Como eu quero!
Aquele abraço apertado,
Meu corpo e o seu colado,
Teus lábios carnudos,
Me deixando mudo,
Fogo que queima e incendeia,
Grande desejo de matar essa sede,
Tua boca em minha fogo ardente,
Tuas mãos a acariciar,
Cada toque, cada olhar,
Me faz enlouquecer,
Me faz estremecer,
Perco o equílibrio e a razão,
Forte líbido e emoção.
Seu corpo despido me faz delirar,
Nos teus seios a deleitar,
Repouso para minha cabeça,
Venha e me enlouqueça.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Do seu lado apenas menino,
Longe de você, lobo faminto,
Seu olhar e lábios eterno fascínio,
Sem palavras para mensurar
Esse sentimento insano a me sufocar.
Tentando ter auto-controle sobre meus pensamentos,
Porque longe de você apenas tormento,
Mas ao seu lado perco a fala,
Me falta o ar, o coração dispara,
Me torno menino.
Mulher de personalidade,
Que me mata de vontade.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Mergulhado na eterna busca,
Na escuridão das profundezas,
Afogando-se em incertezas,
Tento achar minha amada,
Eterna namorada.
Incendiando o pensamento
Fogo que queima por dentro,
Incinerando tudo a sua volta,
Fazendo subir aquele forte desejo
De encher-lhe de beijos.
Exalando  uma fragrância alucinante,
Cio forte e constante,
Como uma gazela de silhuetas desenhadas,
Envolvente e ousada.
Faz da minha imaginação
Refém da emoção,
Movido pelo instinto de um
Leão ao capturar sua presa,
Se degustando lentamente,
Dominando minha mente.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

É muito difícil tirar raízes já arraigadas,
É mais que doloroso,
Mas há um desejo,
Um anseio, aquela mazela,
Aquela vontade de encontrar minha gazela.
Tentar me entregar,
No teu colo deitar,
Sua mão a afagar.
Que se for de ser, será!
Que essa chama não se apague,
Que continue a crescer,
Que essa "paixão fogo de palha"
Se propague e não se acabe.

sábado, 17 de outubro de 2015

Olho para o céu,
Me pergunto se sou réu,
Refém da imaginação,
Da alta percepção
De que tudo gira e anda,
Não em torno de mim,
Mas de um sociedade capitalista,
De egoísmo sem fim.
Cada um aprisionado
No quarto ou na sala de certo calado
Conectado, isolado estafado.
Presos num mundo virtual,
Fazem a si imensurável mal,
Esquecendo daquele que é,
Que foi e que poderia ser,
Podendo ir além se tivesse fé.
Forjam sentimentos e identidades,
Tiram de si a liberdade,
Excluindo-se da civilização,
Se afogando na ilusão.

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Abra a janela,
Sinta o sol beijar teu rosto,
A brisa acariciar seus cabelos,
Ilunimando cada passo teu.
Saia para fora,
Deixe a areia sugar seus pés,
O mar ecoar em seus ouvidos.
Viva sem lamentos,
Aprenda que felicidade
Se constrói unicamente com aprendizados,
Por ver a vida de olhos cheios e anseios alheios,
Na esperança de serem dissolvidos em pequenos momentos,
Que estarão eternamente vívidos em nossa memória.

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Cada mão que afaga,
Cada toque que se sente
Cada suspiro sussurrado em meu ouvido,
Faz-me sonhar,
Alimenta e acalenta minha mazela,
O vago sentimento de ser amado vai sendo aos poucos preenchido.
Sem saber que a mesma mão que afaga,
Ferirá e abrirá lacunas.

Acredite,
Acredite que tu és capaz,
Que podemos viver em paz.
Acredite,
Acredite no amor,
Que com ele venceremos a dor.
Esqueça o passado que,
O vento levou.
Agora,
Agora é exatamente o momento certo,
De recomeçar, reviver, se apaixonar.
Adquira,
Adquira pensamentos positivos, resiliencia e otimismo,
Viva despreocupado.
Sinta,
Sinta a brisa soprar enquanto ouvir o mar sussurrar
Ao seu ouvido.
Viva,
Viva cada segundo como se não houvesse amanhã,
Porque hoje é o amanhã de ontem que pode não se repetir.