Neste pequeno espaço estarei compartilhando poemas de minha própria autoria, maioria desses são situaçoes vivenciadas no qual transformo em versos.
segunda-feira, 5 de junho de 2017
Parece
irreal, fruto de uma ilusão da minha ilusão,
Afinal,
é real?
Parece
fruto da minha imaginação,
Sou
eu, minha própria frustração,
É
real?
As
pessoas, o mundo a minha volta,
Parecem
não existir,
Duvido
da minha própria existência,
Existo
ou inexisto?
As
pessoas existem?
Parecem
tão distantes da realidade,
Como
as constelações, parecem flutuar no nada.
E o nada flutua no
tudo.
O
que é felicidade? Aonde ela vive? Onde de esconde? Onde se acha? Ainda sobrevive?
Sufocada pela dor, se inibe. Quase inexiste, onde se acha àquela que não se perdeu?
É fácil achar o que se perdeu, difícil é achar aquela que não se perdeu e que
está penetrada no cálice e ninguém a resgata cruzando os braços e deixando-a
que venha a nosso encontro.
Meu
âmago clama por um sentimento do profundo prazer de viver, um momento de
reflexão um simples clichê. Clama ele por algo que há tempo não vê. Minhas
sinapses ocorrem cada vez mais rápido quando sinto aquela nostalgia, aquele
sentimento regressão. As vertigens aumentam e minha cabeça gira - de repente o
nada me sucumbe ou apenas a escuridão irradia na minha mente tomada pela
confusão mental. Afinal estou vivendo um pesadelo ou o pesadelo em mim vive?
quinta-feira, 1 de junho de 2017
Paciência
Vou passando os dias pensando,
Querendo, vivendo, tentando.
A procura de alguém que me faça transbordar.
Tenho expectativas que meu amor ainda virá.
Não tenho mais pressa, tão pouco crio expectativas,
Deixo rolar, sem essa de forçar a barra.
Vou tendo paciência, adquirindo resiliência.
No momento certo vou descobrir
O melhor de mim em um outro alguém.
Vou manter os pés no chão,
Sem criar expectativas em vão.
Vou deixar fluir, por que o melhor há de vir.
Se não for dessa vez, não tem problema,
Vou esperar pelo momento certo.
A única certeza é
Que não quero ficar perdido no deserto.
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