A voar, a imigrar,
Não me canso de voar.
10 dias ou 10 meses,
Sem cansar, nem parar.
Quero redescobrir minhas asas,
Alcançar os mais altos céus.
O mundo é minha casa,
O horizonte mais distante alcançar,
Sem temer, sem me apavorar.
O azul mais anil, ao longe avistar,
Um mundo que jamais existiu, que agora existirá.
Em gaiolas não me prendo,
Às desventuras me rendo.
Uma aventura a cada momento,
Alcançando o firmamento.
Não tenho medo de partir,
Mas deixar de conhecer algo
Que ainda não vi,
Pelo simples motivo de me reprimir.
Neste pequeno espaço estarei compartilhando poemas de minha própria autoria, maioria desses são situaçoes vivenciadas no qual transformo em versos.
sábado, 8 de setembro de 2018
Andorinhão preto
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