Corpos esculpidos, bolso preenchido.
Rostos plastificados, sentimentos mascarados.
Promiscuidade escancarada, ambição acirrada.
Mensura-se o amor pela conta bancária.
Mas o intelecto em situação precária.
E assim vamos vivendo, pouco a pouco morrendo.
O caráter definhando e o desapego praticando.
Me pergunto: até quando?
Coração responde: talvez eternamente,
mas continue acreditando.
Nenhum comentário:
Postar um comentário