terça-feira, 29 de setembro de 2015

Num mundo insensível
De nada vale estar rodeado,
E sentir-se sozinho.
Aquele espaço vazio,
Lacuna infinita
Sem esperença de ser preenchida.
Sofrimento imensurável
De inutilidade e não ser reparado.
Tudo culpa de um sistema
Capitalista, autoritário e egocêntrico.
Onde a felicidade está em si mesmo,
Quando muitos estão famintos
De um verdadeiro amigo,
Um ser como esse - amigo
Que não se encontra mais,
Espécie em extinção
Extinguida e refém de um mundo vão.

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